Duovidoso

A dupla Telmo Duarte e Catarina Ribeiro tem como técnica principal mão na mão mas no meio de tanta instabilidade ainda existe tempo para adquirir novas técnicas. Trabalham juntos há 3 anos, já extraíram material para a criação de vários números e trabalho em todo o tipo de Inventos e Espetáculos. É através da construção do primeiro número que trata um assunto sensível, e difícil de mostrar ao público, a violência doméstica, algo real, cru e atual, que surge este novo espetáculo. Uma homenagem à força das Mulheres e ao Amor em todas as suas formas.

Telmo Duarte

Telmo Nunes Duarte, nascido a 22 de Setembro de 1993 em Lisboa, Portugal.

Desde cedo, com apenas 13 anos, despertou o interesse pelo mundo do malabarismo e desde então tem vindo a desenvolver esta arte. Ao concluir o 9º ano de escolaridade decide tentar ingressar na Escola Profissional das artes e ofícios do espectáculo do Chapitô, no Curso de Interpretação e Animação Circenses, por forma a desenvolver-se e a aperfeiçoar a sua técnica, onde se encontra actualmente com o Curso concluído e onde participou em diversos workshops, entre os quais, escultura de balões, manipulação de objectos, antipodismo, Clown e caracterização.

Realizou também um Estágio Curricular de Acrobacia no Wakefield Gym Club de três meses em Inglaterra.

Catarina Ribeiro

“DuoInstavel”

Origem: Portugal
Duração: 30 min
Edição: 2018

Quando a palavra Amar se sustenta em dependências emocionais embrulhadas de paixão, nos estágios iniciais, os resultados a longo prazo afastam-se, quase sempre do brilho original.

A convivência conjunta transforma-se então em fardo, e os desequilíbrios de cada um potenciam agressões que não auxiliam nem engrandecem os seus intervenientes, porque amar não é magoar.

Tendo como mote a violência doméstica, o Duovidoso com formação do Chapitô trouxe ao Largo do Intendente, inseridos na programação do Lisbon Busking Festival, uma representação digna de menção pela sua elevada qualidade. A história evoluiu desde o ritual de aproximação, passando pela idílica convivência comum até ao trágico desfecho ultrajante.

Terminado um ciclo, logo outro se desenhava no horizonte igual ao anterior, porque para mudar situações de vida fraturantes é necessário redesenhar forças interiores que permitam entender que só se pode estar bem com os outros quando se está bem consigo próprio.


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